Calculadora · continuidade
Quanto dinheiro uma parada de TI pode tirar da sua operação?
Preencha com os seus números e veja o custo por hora, o total de uma parada e quanto vale encurtá-la. Os valores pré-preenchidos são só um exemplo; o cálculo fica no seu navegador.
Cenário de referência
Os cenários só preenchem duração, perda de produtividade, dados perdidos e recuperação. Ajuste depois.
Equipe
Salário com encargos ÷ horas trabalhadas no mês.
Receita
Vendas, atendimento e faturamento que param junto.
A parada
Em horas úteis: um dia inteiro de trabalho são 8.
Quanto a equipe deixa de produzir sem os sistemas.
Dados e recuperação
Horas de trabalho, não de relógio: backup toda noite significa até 8 horas perdidas.
Horas de especialista, hardware, licenças, resgate não pago.
SLA com clientes, penalidades, notificações.
O cálculo acompanha cada campo. O link guarda os valores na URL; se os números forem confidenciais, não o compartilhe.
Custo estimado da parada
De onde vem o número
Azul: o que a parada custa enquanto dura. Laranja: o que fica para pagar depois que os sistemas voltam.
Onde o número cai
Backup frequente e testado ataca o retrabalho; plano de recuperação com responsável e prazo ataca a duração. São as duas alavancas que a empresa controla.
Custo por hora parada = pessoas × custo por hora × produtividade perdida + receita por hora útil × parte dependente dos sistemas. A receita por hora útil é a receita mensal dividida por 22 dias úteis e pelas horas úteis do dia.
Custo da parada = custo por hora parada × duração em horas úteis.
Retrabalho = pessoas × custo por hora × horas de trabalho desde o último backup bom × parte que precisa ser refeita. É o custo do RPO: o que foi feito depois do backup e se perdeu.
Total = custo da parada + retrabalho + custo direto de recuperação + multas e contratos. Tudo é estimativa de ordem de grandeza, feita para comparar cenários e decidir investimento, não para contabilidade.
Fica fora, de propósito: reputação, clientes que não voltam, oportunidades perdidas, horas extras para recuperar o atraso, custo de notificação de incidente com dados pessoais. Todos existem e todos são difíceis de estimar com honestidade; o número aqui é o piso, não o teto.
Também fica fora a receita que só atrasa em vez de sumir. Se a venda acontece no dia seguinte, ajuste a "parte que depende dos sistemas" para baixo.
Resgate de ransomware não entra como custo esperado: pagar não garante os dados e financia o próximo ataque. Se a empresa pagou, lance em "recuperação".
Folha de pagamento com encargos dividida pelo total de horas trabalhadas no mês (pessoas × 22 dias × horas por dia). Em PME costuma ficar entre o salário por hora e o dobro dele.
Pergunte ao comercial e ao financeiro: sem ERP, e-mail e telefone, o que ainda sai? Loja física com máquina de cartão funcionando perde menos; e-commerce e call center perdem quase tudo.
Nem todo mundo para. Quem atende cliente para; quem está em reunião externa, não. Setenta por cento é um ponto de partida razoável para escritório.
É o intervalo real entre backups, não o configurado: se o backup noturno falha às vezes e ninguém testa, o valor honesto é maior.
Pergunte à TI quanto tempo levou a última vez. Sem plano de recuperação, servidor de arquivos leva um dia; ransomware sem backup testado leva uma semana ou mais.
Se a parada custa caro, o próximo passo é entender onde estão os pontos únicos de falha e o que vale prevenir, redundar ou preparar para recuperação.
A Allcom mede o ambiente da sua empresa, implanta backup testado, redundância e plano de recuperação, e acompanha com monitoramento e atuação imediata. O custo do plano é previsível; o da parada, não.