Faça a pasta Windows funcionar no Linux — teste o acesso e gere a montagem SMB/CIFS

Informe o servidor e o usuário. Você recebe o roteiro de diagnóstico em cinco passos e a linha do fstab prontos para copiar. Sem cadastro: nada do que você digita sai do seu navegador.

Roda 100% no navegador Última revisão: 03/10/2026 Sem cadastro, sem instalação

Não pedimos a senha. Ela só existe no seu terminal ou no arquivo de credenciais.

Os valores vão só para a URL. Use o link para mandar o roteiro pronto a um cliente ou colega.

Roteiro de diagnóstico

Rode na ordem. Cada passo isola uma causa; se um falhar, a aba Erros comuns diz o que fazer antes de seguir.

Linha para o /etc/fstab


Depois de salvar, aplique sem reiniciar:



--script smb-protocolsDialetos SMB1, SMB2 e SMB3 que o servidor aceita; a lista decide o vers= da montagem.
--script smb2-security-modeComo o servidor negocia assinatura SMB2/SMB3: disponível ou obrigatória. Compare com a política de clientes e servidores.
--script smb-os-discoveryNome, domínio, grupo e sistema que o servidor divulga; relaciona o IP ao inventário.
-m SMB3Versão máxima que o cliente oferece; o servidor escolhe a maior em comum.
client min protocol=NT1Só para SMB1. Desde o Samba 4.11 o mínimo padrão é SMB2; sem isso o cliente nem tenta.
--promptsmbmap pede a senha no terminal em vez de recebê-la como argumento visível no histórico e no ps.
vers=Dialeto fixo na montagem. Evita negociação errada em kernel antigo e deixa o erro explícito quando o servidor não aceita.
credentials=Arquivo com username=, password= e domain=, uma por linha.
uid= / gid=Dono aparente dos arquivos no Linux. Não dá permissão: quem decide é o servidor.
file_mode= / dir_mode=Permissões aparentes, em octal, para arquivos e diretórios.
_netdev / nofailEspera a rede subir; se o servidor estiver fora, o boot continua em vez de cair no modo de emergência.
x-systemd.automountMonta no primeiro acesso ao diretório; idle-timeout desmonta depois de um período sem uso.

Se o compartilhamento de arquivos virou parte crítica da operação, a Allcom pode revisar armazenamento, permissões, desempenho e acesso — não apenas corrigir o comando desta vez.

Em pequenas e médias empresas isso costuma ser sintoma de rede, domínio ou servidor de arquivos no limite. A Allcom encontra a causa e deixa o ambiente previsível, com monitoramento e atuação imediata.