Conecte pessoas e unidades com segurança — e descubra o que está errado na VPN atual

OpenVPN: cole o .ovpn que já existe e veja o que está inseguro ou obsoleto, ou monte cliente e servidor novos com redes, DNS e certificados no lugar. WireGuard: chaves geradas no seu navegador, servidor e um arquivo por cliente. E decida quem chega onde: a secretária só no servidor de arquivos e em horário comercial, o fornecedor só no ERP, o estagiário fora do financeiro, a filial na rede toda; desative ou revogue quem saiu. Nada, nem as chaves, sai da sua máquina.

Roda 100% no navegador Chaves e certificados nunca saem daqui Última revisão: 09/10/2026

OpenVPN para o que já existe e para usuário e senha; WireGuard para o novo: mais simples, mais rápido, uma chave por aparelho.

O arquivo é lido aqui: o linter aponta o que corrigir e o formulário recebe o que foi lido. Blocos inline (ca, cert, key, tls-crypt) são mantidos e nunca enviados.

Mais de um: o cliente sorteia (remote-random) e tenta o próximo se um cair.

O nome (CN) do certificado do servidor: com os comandos desta página, servidor. Vazio para não verificar.

Viram route no cliente e push "route" no servidor.

Vazio para não empurrar DNS.

Vão pela internet do próprio cliente, não pela VPN (route … net_gateway). No túnel completo, para o que não deve passar pela empresa.

Vazios, o arquivo sai com marcadores "cole aqui". Preenchidos, ficam no .ovpn gerado; nunca saem do navegador.

Sem link compartilhável nesta ferramenta: a configuração contém chaves.

O que o arquivo importado tem de errado

Arquivos gerados

remote-cert-tls serverO cliente só aceita servidor cujo certificado foi emitido para servidor; impede que um cliente roubado se passe pela VPN.
tls-cryptCriptografa e autentica o handshake com uma chave compartilhada; sem ela, o servidor nem responde.
data-ciphersCifras negociáveis; AES-256-GCM e CHACHA20-POLY1305 são as atuais. "cipher" sozinho é o jeito antigo.
route / redirect-gateway def1Split: só as redes listadas passam pelo túnel. Completo: todo o IPv4 passa, inclusive a internet; no OpenVPN, o IPv6 da rede do cliente continua fora.
route … net_gatewayFora do túnel: aquele destino sai pela internet do próprio cliente, mesmo com túnel completo.
pull-filter ignoreO cliente ignora o que o servidor empurra; útil quando o servidor manda túnel completo e o cliente só quer a empresa.
dhcp-option DNSDNS interno para resolver nomes da empresa; no Windows, block-outside-dns evita vazamento. Como a opção só existe no Windows, o arquivo traz antes ignore-unknown-option, para não quebrar no Linux e no macOS.
client-config-dir + irouteNo servidor, diz qual cliente (pelo nome do certificado) está na frente de qual rede: é o site-to-site.
ifconfig-push + nopoolIP fixo para um cliente, na ccd dele. O nopool com ifconfig-pool separa a faixa dinâmica (.2 a .199) dos fixos (.200 em diante): ninguém pega o IP de outro.
push-removeNa ccd, tira de um cliente o que o servidor empurra para todos: a filial não recebe rota para a própria rede; com rotas por cliente, cada um recebe só o que usa.
disable / crl-verifydisable recusa a conexão daquele certificado e é reversível; revogar e publicar a CRL é definitivo. Aqui a CRL vale 10 anos: vencida, ninguém conecta.
acesso.sh (VPN_ACESSO)Chains próprias no FORWARD e no NAT: o script esvazia e refaz as regras a cada execução, sem duplicar nada e sem mexer no resto do firewall. O OpenVPN chama ao subir (up); o WireGuard, no PostUp.
! e ordem das regrasRegra do cliente vence a do grupo, que vence a de todos; no mesmo nível, a mais específica vence e, no empate, a negação. O firewall avalia na ordem da tabela "Quem acessa o quê".
-m time (UTC)Dias e horário: o servidor compara em UTC; o horário de Brasília já vem convertido, inclusive quando o período passa da meia-noite (--contiguous). Fora do horário, a regra vira bloqueio.
-m multiport / iprangeVárias portas numa regra (até 15 posições; o gerador divide se passar) e faixas de IP que não fecham um CIDR.
ufw allow fromFecha a porta da VPN para todo mundo exceto os IPs de origem listados: filiais e parceiros com IP fixo.
FORWARD -o túnel -d IPO sentido matriz → filial: só os IPs remotos listados são alcançáveis; o resto da rede da filial recebe DROP.
DNAT --to-destinationDirecionamento de porta: só para quem chega no IP do túnel do servidor, e o FORWARD aceita só a conexão direcionada (--ctstate DNAT): liberar o direcionamento não libera o host inteiro.
dh noneTroca de chaves só por curva elíptica (ECDHE); dispensa gerar o dh.pem demorado.
AllowedIPs (WireGuard)No cliente, o que vai pelo túnel; no servidor, de onde aquele cliente pode vir. 0.0.0.0/0 é túnel completo; com algo fora do túnel, o IPv6 sai como ::/1 e 8000::/1 para o aplicativo do Windows não bloquear o resto.
wg syncconfAplica o wg0.conf novo sem derrubar a interface: entra quem é novo, sai quem foi desativado. Não cria rota de filial nova.
PersistentKeepalivePacote a cada 25 s para manter o NAT aberto; sem ele, o servidor não alcança o cliente de volta.
PresharedKeySegunda chave, simétrica, por cliente; protege contra quebra futura das curvas elípticas.

Se o acesso remoto virou permanente, a Allcom pode revisar arquitetura, permissões, autenticação e rotas para que a VPN acompanhe a necessidade atual — não apenas continue funcionando.

Cifras obsoletas, um arquivo para todo mundo e ninguém sabendo quem acessa. A Allcom migra para configuração atual, uma identidade por pessoa e registro de acessos, com monitoramento e atuação imediata.